Ícone do site Jornal Da Amazônia

 “Vamos levar uma mulher ao Senado”: Alliny Serrão abre campanha com bandeiraço e manda recado político

Em entrevista para o J1 Notícia, a candidata ao senado federal, Alliny Serrão (União Brasil) deu largada oficial em sua campanha neste domingo, 16, com uma mensagem que deve ocupar lugar central na disputa eleitoral, levar uma mulher amapaense para representar o estado em Brasília. O primeiro dia nas ruas foi marcado por adesivaço, bandeiraço, contato com apoiadores e mobilização na Orla de Macapá,  dia em que a propaganda eleitoral passou oficialmente a ser permitida em todo o país.

Em meio às bandeiras e à movimentação de apoiadores na capital, Alliny resumiu o sentimento com que pretende conduzir a campanha e colocou a representação feminina no centro de seu discurso.

Olha só o primeiro dia, está sendo extraordinário. Demos a largada da nossa campanha, uma campanha maravilhosa que vai levar uma mulher para o Senado. É Alliny 444 para representar o povo do Amapá, sobretudo as mulheres amapaenses. Eu sei trabalhar, eu sei fazer, eu tenho entregas. É por isso que nós vamos para o Senado para representar o povo do Amapá, afirmou a candidata durante o ato na orla.

A fala não surge por acaso. Alliny chega à disputa carregando uma trajetória marcada justamente pela ocupação de espaços políticos tradicionalmente dominados por homens. Foi vereadora em Laranjal do Jari, tornou-se a deputada estadual mais votada nas eleições de 2018 e, anos depois, entrou para a história como a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa do Amapá, sendo posteriormente reconduzida ao comando da Casa de Leis para um segundo mandato.

A defesa das mulheres, inclusive, já aparece há anos entre as pautas associadas ao mandato da deputada. Alliny é idealizadora da Corrida e Caminhada da Mulher de Laranjal do Jari, evento criado em 2017 e que chegou à décima edição em 2026 com mais de 10 mil inscrições, segundo dados divulgados pelo Governo do Amapá. A parlamentar também tem pautado políticas de enfrentamento à violência e de ampliação da participação feminina nos espaços de decisão.

Sair da versão mobile